A Deusa sem Rosto: Engolida pelo prazer (Pt-br)Story by Mount4inPosted 9 hours ago 8 views
Parte um: O Suspiro da Dama Cremosa
Eu me chamo Alex, tenho 25 anos, e me considero um cara normal, trabalho com TI, malho de vez em quando e saio com amigos nos fins de semana. Mas por baixo disso tudo eu tenho esse fetiche filho da puta que me consome desde adolescente: Ver uma mulher gostosa sendo engolida por quantidades absurdas de material pastoso, tipo tortas de creme, espuma de barbear, ou qualquer coisa que a transforme numa massa sem forma e irreconhecel. Por baixo de todo o material cremoso deve existir um mimo acesso na boca pra respirar e gemer, um furinho que a deve deixar ofegante. Meu fetiche é sobre apagar a identidade dela, deixla cega, surda e contida embaixo do material enquanto eu a fodo como se fosse uma escultura viva, sem forma e que eu mesmo moldei. Meus desejos n s sobre humilhao, é uma espécie de fascio sexual, beirando a adorao a silhueta feminina enclausurada em algo cremoso e pesado. Eu quero fuder todo aquele caos que eu crio sobre o corpo dela.
Conheci a Sofia humas duas semanas num app de namoro. Ela tem 24 anos, corpo curvileo do jeito que me deixa louco: peitos pequenos e com mamilos grandes, bunda grande e redonda, cintura levemente fina. Pele cor de mel, olhos castanhos, e uma risada que me faz querer fuder ela ali mesmo. A gente jtransou umas duas vezes, nada muito fora do normal, uma foda mais convencional para aliviar a tens p papo online. Mas hoje noite, no meu apartamento, eu decidi que era hora de mostrar quem eu era de verdade e colocar em prica algo que eu sempre quis. Eu havia preparado tudo minuciosamente, foram 30 latas de espuma de barbear para peles senseis, tr baldes de 10kg cada de marshmallow pastoso, e outros tr baldes de creme de avel O banheiro da sue jestava preparado pro chuveiro depois da bagun a qual ela seria apresentada, o quarto jestava forrado com plticos no ch pra n virar um inferno na hora da limpeza, seria muito material usado naquela iniciao.
Convidei a Sofia pra jantar na minha casa, mas depois de umas tas de vinho um clima mais quente comeu a rolar, daa gente foi pro quarto. Ela tirou o vestido colorido e estava de lingerie preta, toda safada, achando que ia ser uma noite normal. Eu me aproximei, beijei o pesco dela e sussurrei no seu ouvido: "Sofia, posso te confessar uma coisa? eu tenho uma fantasia do caralho que eu quero dividir contigo. meio louca, mas me deixa com o pau latejando sde pensar."
Ela riu, um pouco nervosa. "T me conta. O que é? Algum roleplay de BDSM, aqueles lances com cordas tals?"
"N exatamente rs", eu disse, pegando a primeira lata de espuma. "Tem mais a ver em te cobrir inteira com isso aqui, espuma de barbear! Te transformar numa montanha branca, sem forma, irreconhecel. Quero privar seus sentidos, te deixar scom um mimo furinho na boca pra respirar e gemer de tes. Tudo isso enquanto te chupo e te fodo com for, quero te deixar sem forma debaixo da montanha cremosa."
Ela piscou, um pouco hesitante. "Espuma de barbear? Tipo, no corpo todo? N vai arder nos olhos Alex? Pior que fiquei curiosa? Me explica melhor esse lance."
Eu me ajoelhei na frente dela, tirando a lingerie devagar. "Essa minha fantasia é sobre te transformar, ver cada parte do teu corpo lindo desaparecer debaixo de quilos de creme, virar uma massa sem forma e ao mesmo tempo tendo a silhueta das suas curvas ainda preservadas pelo creme. Pra mim o tes estna sua transformao e depois no controle sobre o que te transformei! Voctoda cremosa por fora, mas quente e molhada por dentro, sde pensar jfico excitado!" tentei passar pra ela o quanto aquela proposta eram importante pra mim e sde falar com ela sobre jme deixava com esperans de usar o material que eu havia preparado.
"N se preocupa, vou usar uma espuma para peles senseis que n ardem os olhos, é svocficar com os olhos fechados o tempo todo e se precisar spassar as ms e limpar que n vai arder. Topa experimentar? Se n curtir, a gente para sem problemas."
Ela mordeu o lio, olhando pras latas no canto da cama e dos pratinhos de papel. "Tbom... mas vai devagar. Me sinto uma doida topando isso."
Enfim comeria a usar a espuma nela. Tirei toda a lingerie dela, deixando ela nua no meio do quarto. Peguei a primeira lata e sorrindo e comecei a agita-la, enchi uma das ms com todo o conteo da lata e comecei a espalhar a espuma densa nos peitos dela, seus mamilos entumeceram com o frio da espuma. "Isso, abre as pernas um pouco, quero cobrir cada pedacinho seu", eu disse com um sorriso safado no rosto. Passei a espuma cremosa na sua barriga e nas coxas enquanto usava outras latas por completo. Ela riu no inio, dizendo que era fofinho e se sentia um bolo sendo confeitado, mas aos poucos foi ficando mais concentrada vendo a pilha de latas ser esvaziada no seu corpo. Eu havia usado umas 10 latas spra cobrir o corpo dela da cintura pra cima e fazer quase uma escultura. Comecei a usar a espuma para cobrir da sua cintura para baixo, comecei pelos seus pés e fui adicionando mais espumas conforme subia suas pernas. Suas coxas se tornaram colunas brancas de creme, enchi novamente uma das ms com espuma e apliquei em sua buceta enquanto massageava levemente seu clitoris. Sua virilha sumiu debaixo de uma camada espessa da massa cremosa, mas eu havia deixado um pouco menos entre suas pernas para facilitar um acesso pra uma chupada naquela buceta carnuda. Usei mais 10 latas nos seus peitos, bras e costas dando cada vez mais forma ao que eu queria com aquele creme todo. Ela estava com uma feio curiosa, mas excitada. Os bicos dos seios pontudos eram muito mais percepteis sob a espuma, principalmente quando ela espalhava mais espuma nos seus peitos enquanto admirava a escultura que ela se tornava.
Agora vamos para o rosto. "sfechar bem os olhos Sofia, assim n vai arder, confia em mim." Ela obedeceu, hesitante. Eu peguei seis latas no canto do quarto e fiz duas tortas de espuma exageradamente grandes, usei os pratos de papel e formei as duas montanhas brancas sobre as bases. As tortas eram t grandes que eram suficientes para engolir a cabe dela por completo, dando assim a forma final da sua transformao. PFFF!!! Um som abafado e macio da espuma cremosa engolindo seu lindo rosto foi ouvido quando fiz um sanduhe de tortas na sua cabe, logo depois ela soltou um suspiro de surpresa abrindo a boca e puxando o ar com for, um orifio oval minculo se formou na massa cremosa que cobria todo o seu rosto. Ela estava enfim completamente transformada. "Ahh... Alex, que loucura... n estou vendo mais nada...", ela sussurrou pelo orifio na espuma, era em um tom simpico e com voz abafada pela espessa mcara branca formada pela espuma das duas tortas que engolfaram sua cabe e pesco por inteiro.
Meu pau jlatejava de tes nas cals. Ela se tornou uma massa branca sem rosto e ao mesmo tempo uma escultura com a silhueta cremosa de mulher, Sofia estava completamente irreconhecel, ali sexistiam curvas femininas e a textura cremosa branca.
Peguei em sua m e a guiei pra cama, ela se sentou na cama e em seguida deitou com as pernas flexionadas, eu jconseguia ver a silhueta dos lios perfeitamente simétricos da sua buceta por baixo da espuma. Olhando para aquela entidade cremosa, pronta para ser dominada na minha cama parecia n ser real. "Agora vou te chupar pra te relaxar, vocn tem ideia de quanto vou te fazer gozar hoje ". Passei uma toalha da sua virilha até o pereo para retirar o excesso de espuma e encaixei minha boca nos lios levemente cremosos da buceta dela, o cheiro da espuma de barbear e o toque ido e quente daquela buceta na minha lgua me desnorteou de tes.
Abracei suas coxas cremosas e enfiei a lgua no fundo da buceta jmolhada de tes, senti seu grelo pulsando e o sabor da sua excitao, percebi ela se contorcendo de tes debaixo de toda aquela espuma enquanto sugava com mais for. Os gemidos abafados vinham do orifio que se abriu na espuma enquanto ela puxava o fego: "Mmm... me fode com a lgua... ahh..." Ali ela jestava entregue fantasia, e aos poucos arqueou as costas se contorcendo de prazer, empurrando com suas ms pastosas minha cabe na sua buceta. Suguei ainda mais forte seu grelo e os lios protuberantes, enquanto os massageava com a lgua molhada. Aquela bagun deliciosa jestava fazendo ela gozar.
Ela gemeu mais alto e seu corpo se tremeu inteiro com o orgasmo, toda e a espuma que a cobria tremia junto em uma vis que para mim era quase divina. Minha boca tocava os lios de sua buceta sentindo seu calor, seu cuzinho aparecia esmaecido na espuma espalhada na pele macia. Ap chupa-la com tanta vontade contemplei ao fundo a montanha branca que se contorcia, a cada movimento da minha lgua em volta do seu cloris a massa branca se contorcia mais ,jera possel ouvir um gemido mais forte vindo daquela montanha ofegante.
Era enfim a hora de fuder aquele monumento branco que tomava toda a minha cama. Eu levantei as suas pernas completamente transformadas pela espuma e segurei firme atr de seus joelhos, levantei suas pernas deixando a buceta pro alto, guiei meu pau no meio da espuma, que nesse momento jcobria sua cintura por inteiro, o pau deslizou molhado pro fundo da buceta dela com facilidade e sumiu no meio da espuma. Era um parao quente e pulsante pro meu pau no meio daquela silhueta pastosa. Comecei a socar nela com for enquanto segurava uma de suas pernas para cima com uma das ms, com a outra empurrei mais espuma sobre seu torso e cabe, sufocando e planificando seu rosto em uma superfie lisa e opaca.
Massageei o creme pesado nos seus peitinhos deixando as aréolas marrons levemente aparentes, o bico dos seios jintumescidos se destacavam na planie branca e cremosa que moldei com a m. Para mim foi perceptel na sua respirao abafada por baixo da avalanche de espuma que ela estava tendo um uma foda inesquecel.
Diminui o ritmo da foda, peguei dois pratos de papel e com as timas quatro latas fiz duas tortas bem grandes sem tirar o pau de dentro dela."Gostou de levar tortada né vagabunda? Toma mais torta nessa cara!" Aumentei o ritmo das estocadas e senti meu pau ainda mais fundo na buceta dela. Com ela deitada sanduichei as duas tortas ao mesmo tempo no seu rosto soterrado, a espuma onde estava seu rosto formou uma montanha fechando o ico furo que ela usava para respirar e gemer.
Senti ainda mais o calor molhado da sua buceta pulsando, os espasmos apertavam meu pau com for. Ela gemeu alto por baixo da montanha pastosa, com certo sufocamento leve ela abriu com uma das ms um furinho. naquele momento senti que ela tinha uma certa tara em ser sufocada, tudo fazia sentido ap privar seus sentidos e sua respirao. Ela puxava ar gemendo enquanto eu fodia forte, a essa altura minha cintura e a dela jeram fundidas por conta da quantidade extrema de material cremoso, éramos uma massa cremosa s sincronizados de prazer. "Isso, fode essa buceta e me sufoca mais!" disse ela com a voz trula de tes e abafada pela espuma ..."Vocn tem mais forma, mas eu sei que é vocsoterrada adentro gemendo como uma puta!" Senti a sensao de frenesi tomar conta de mim e n me contive, estoquei forte nela e gozei naquela buceta soterrada na espuma, senti a pulsao da sua musculatura no meu pau enquanto gozamos juntos. Sinto que domei na base da pirocada a montanha viva de espuma, que um dia foi a Sofia e agora era apenas uma massa que se contorcia, tremia e gritava de tes.
Depois de gozar limpei seu rosto com uma das ms, pude ver o semblante completamente maravilhado da Sofia, a puxei carinhosamente para o chuveiro, porém rindo ela n quis se limpar no chuveiro, uma quantidade residual de espuma ainda cobria suas curva, ela se olhou no espelho do quarto se achando estranhamente sexy com a camada esbranquida de espuma. O pouco da substcia ainda sobre sua pele ressaltava sua silhueta voluptuosa, com seios pequenos e bunda grande. Ela parecia cansada mas ainda muito excitada e ofegante. "Foi foda demais Alex! No inio pensei que era ridulo, mas... caralho, nunca senti nada assim. Quero mais."
Parte dois: O Orgasmo Pastoso
Ainda estamos na empolgao do momento, partimos para a segunda parte da festa: marshmallow pastoso. Eu tinha os tr baldes de 10kg prontos na cozinha, mas levei pro quarto. "Agora vai ser mais pesado, mais pegajoso, porém vai ter um sabor doce! 30kg dessa pasta branca pra te engolir, estbom pra voc" Desta vez ela n hesitou, mas estava com um uma atitude mais ousada, mais safada: "Vai grudar tudo, né? Mas t vamos mergulhar de novo." Ela ainda estava deitada e com o corpo levemente esbranquido da espuma de barbear que havmos usado. Removi o excesso de espuma de barbear do pltico que cobria a cama ao seu redor o empurrando para o ch, cobrindo a lateral da cama como um deslizamento branco da nossa primeira brincadeira. Mergulhei minhas ms em um dos baldes e retirei quase toda massa pastosa branca de uma vez, a massa pastosa era densa e pesada. Espalhei a bolha cremosa pelos seus peitos, cobrindo seus mamilos e os deixando apenas como pequenos relevos e em sua barriga, o marshmallow grudava e dava volume curvas dos seus seios, era pegajoso e aderia a pele escorrendo bem devagar.
Usei dois baldes para cobrir seu corpo, suas pernas e bras viraram troncos pegajosos e brilhosos, ainda maravilhado com o resultado até ent dei uma ateno maior a cobertura da sua bunda, as curvas da sua cintura e o formato perfeito da sua bunda brilhavam conforme eu passava a substcia pastosa, as negas abriam conforme os movimento das ms, foi aque vi seu cuzinho no meio daquele caos e minha boca salivou.
Sofia estava deitada de brus quando fiz um pedido a ela "Abre um pouco as pernas, vou guardar uma coisa aqui pra mais tarde" ela flexionou os joelhos e empinou aquele rabo cremoso, foi aque afundei a m cheia daquela pasta pesada entre as bandas de sua bunda, ela me olhou com uma express de surpresa seguida de um sorriso malicioso. Me certifiquei que a quantidade cobriria sua buceta e seu cuzinho com uma farta camada, preenchendo todo espa entre suas coxas, minhas intenes recheando sua virilha com a pasta branca jme deixavam com ua na boca! O corpo dela jestava coberto do pesco para baixo, o fluido grosso escorria lentamente fazendo as curvas do seu corpo ainda mais lisas e acentuadas, destacando cada relevo na sua silhueta voluptuosa. Sua buceta coberta pelo creme pegajoso aparecia apenas como um singelo risco entre suas pernas.
Para cobrir seu rosto eu pensei em uma coisa que eu fantasiava em fazer, e ali era a oportunidade perfeita. Sofia estava praticamente de quatro, se apoiando nos joelhos e cotovelos enquanto estava com o rosto virado para a parede. "O que vocvai fazer com esse baldhumm? " Antes da Sofia terminar a pergunta um balde cheio de marshmallow engoliu sua cabe por tr, aproveitei que ela n estava vendo e fiz uma surpresa travessa. A pasta flu lentamente pelos seus ombros e escorria pelas suas costas, notei que mesmo soterrada em quilos de marshmallow uma de suas ms foi instintivamente para sua buceta, massageando seu grelo coberto pela pasta branca que escorria pelas suas costas. Ela estava quase pronta, minha vontade de enfiar a cara na sua bunda e chupar seu cu aumentou. Retirei o balde com cuidado e quase todo material pastoso havia aderido sobre sua cabe, que neste momento ficou com uma aparcia completamente lisa e sem forma enquanto o creme escorria sem pressa sobre seu corpo e pingava na cama. Ela puxou o fego com mais for jgemendo, a boca se abriu novamente no meio da massa grudenta que cobria sua cabe, um minculo orifio se abriu e ela aspirou com for o ar.
Ela havia se transmutado novamente em uma escultura sem forma, porém desta vez pegajosa, brilhosa e irreconhecel enquanto lentamente o material pastoso escorria sobre seus cotovelos e formava pos brancas na cama. Enquanto eu a admirava e espalhava mais do denso marshmallow sobre suas coxas a ouvi dizer algo, um pedido em tom de gemido abafado saiu debaixo dos quilos pastosos que alisavam suas feies. "Alex... tsufocando de tes... me fode logo." Foi o sinal que eu precisava, pois meu pau jestava pulsando novamente, porém eu queria que a expericia fosse mais completa dessa vez, era hora de sentir o sabor doce da Sofia!
Ela estava em uma posio completamente submissa a mim enquanto a viscosidade dava formas e padrs suas curvas, me posicionei na cama para enfim sentir seu sabor. O creme pastoso que recheei sua bunda ainda preenchia toda sua virilha, tomei fego e mergulhei. Meu rosto se encaixou no seu rabo e o marshmallow expelido no movimento me sufocou levemente, lambi fundo na massa pastosa alcanndo um pouco da sua buceta e estendendo a degustao até o seu cuzinho. Eu estava fundido a ela, fixado pela adercia da sua bunda a minha boca. Minha lgua penetrou fundo naquele buraquinho apertado, senti apenas o sabor doce do creme e a press do seu cu, que apertava minha lgua em espasmos ritmados, Sofia gemia enquanto buscava fego e ainda massageando o clitis. Eu estava no parao sentindo o sabor daquele cuzinho doce piscando.
Meu pau duro pulsava enquanto eu linguava o cu dela, com a minha cara enfiada na sua bunda segurei meu pau e deslizei uma punheta lenta, enquanto minha lgua saboreava aquele beijo grego doce massageei o creme nos seus quadris. Era uma explos de tes, senti o cheiro do mel da sua buceta e a textura do marshmallow nas pregas do seu cu, era o ice da nossa troca de prazer.
Desgrudei o rosto daquele parao pastoso e abri as bandas de sua bunda, ainda retomando o fego vi seu cuzinho piscando de tes, o buraquinho e as pregas que eu havia chupado estavam destacados ali, ainda melados em um pouco de marshmallow enquanto aquela Deusa cremosa empinava a bunda de quatro.
Fiquei de pé e me posicionei ainda atito para dessa vez, afundar o pau naquele cuzinho. peguei uma tubo de lubrificante na mesa de cabeceira e coloquei uma gotinha na cabe do meu pau completamente melado, passei mais lubrificante no dedo o enfiei inteiro no cu dela. Naquela altura dos acontecimentos, depois da minha lgua conhecer a Sofia por dentro ela jsabia que eu iria arrombar forte. Segurei os quadris pegajosos dela com for e disse: "Empina esse rabo grudento sua puta! Eu vou fuder esse cu até até esse creme derreter todo!" Com o pau lubrificado e o seu cuzinho pronto estoquei nela com for, senti ela relaxar o cu enquanto meu pau deslizava até o fundo. A pasta brilhosa grudava e se espalhava pela minha virilha a cada estocada que eu dava, sua bunda vibrava com o impacto enquanto ela gemia. Sofia continuava esfregando seu grelo com uma das ms, o som pegajoso da sua buceta melada e as socadas grudentas durante o anal criaram uma atmosfera sensorial inacreditel.
Ela gemia alto e ofegante: "Mete mais forteme arromba!" Enquanto socava no seu cu apertado me lembrei de um quarto balde de marshmallow, este balde extra coincidentemente estava no quarto. Digamos que eu havia usado antes em algumas brincadeiras sozinho. Com cuidado e sem tirar o pau de dentro dela puxei o balde com um dos pés para perto, deixei ao lado da cama pois eu iria repetir uma certa travessura. Ela estava de costas levando uma pirocada no cu e siriricando a buceta quando eu a surpreendi, de repente outro balde engolfa sua cabe de surpresa com a pasta espessa. Uma avalanche cremosa escorria pelas suas costas e pela frente do rosto, enchendo a cama com ainda mais creme. Ela soltou um gemido alto e completamente abafado pelo balde de marshmallow que engolia toda sua cabe. Neste momento senti seu cuzinho travar meu pau de tanto tes, aumentei ainda mais a for das estocadas deixando ainda mais apertadinho, ela puxou ar com for e nesse momento gozamos praticamente juntos. Suas pernas tremiam enquanto a gosma branca derretia misturada com seu suor.
A virei de frente pra mim com cuidado, ajudei a deitar na cama enquanto limpava seus olhos e removia creme de seu nariz, Sofia estava exausta na cama tomada por quilos de marshmallow em sua volta. Ela sorriu, completamente grudenta e sem conseguir abrir os olhos direito. "Porra, Alex, isso foi intenso. O peso de quando vocvirou os dois baldes na minha cabe me deixou louca, olha que nunca gozei fazendo anal. Quero tentar com outras coisas pesadas, mas dessa vez com vocfudendo minha buceta enquanto eu sufoco debaixo do que vocescolher."
Parte tr: O ice do manto de Avel
Mesmo depois de cobrir a Sofia em duas substcias completamente diferentes ela ainda tinha energia para um timo desafio. Fudemos muito enquanto seu corpo estava completamente submerso nas minhas fantasias, com ela deitada na cama ofegante falei no seu ouvido: "Jque vocestcurtindo ter seu cu e sua bucetinha fudida toda melada vamos fazer agora uma coisa t boa quanto a tima foda, tem um cheiro doce que lembra chocolate e vai te soterrar em mais alguns quilos bem pastosos e pesados pra te transformar num monumento de chocolate derretido."
Ela jestava totalmente entregue ideia de sumir embaixo de uma avalanche de nutella, ela estava muito animada e ainda excitada enquanto esfregava lentamente seu grelo cheio de marshmallow: "Vem, me cobre toda... Quero sentir essa porra grudando na pele e me sufocando de novo." Trouxe tr baldes de nutella da cozinha, e os deixei ao lado da cama e coloquei um deles ao meu lado, me ajoelhei na cama para comer outra transformao daquela piranha toda branca e pegajosa em algo t delicioso quanto antes .
Sofia se virou na cama em meio aquele caos pastoso e reclinou a cabe numa po de marshmallow perto de onde eu estava ajoelhado, ela me olhou de ponta cabe com o rosto ainda branco e com um olhar muito safado, ela ent segurou meu pau com uma das ms grudentas e o colocou todo na boca em um movimento voraz, por n ter muita mobilidade eu que fiz o movimento com a pélvis estocando meu pau em sua boca, enquanto metia em sua boca limpou com a boca todo a pasta branca que cobria até a quase no meu saco e eu podia senti-lo tocar sua garganta.
Foi aque tive outra explos de tes e n hesitei em finalmente usar a nutella, enfiei as duas ms no balde e passei a enorme quantidade da pasta em seu rosto enquanto ela me mamava, assim sua cabe se tornou uma grande bolha marrom tentando tomar fego enquanto continuava levando estocadas do meu pau. Ela estava completamente enclausurada enquanto estoquei ainda mais forte meu pau no pequeno furinho que se formou no creme de avelque cobria toda sua cabe. Continuei espalhando a nutella pelo seu pesco e descendo até seus peitos e barriga. A transformao dela estava adquirindo diversos tons de marrom e bege devido a mistura do marshmallow com a nutella, formando um degradde cores e texturas que lembravam uma pintura, ela era uma obra de arte quase completa.
Enquanto ela me chupava precisei me inclinar para passar a nutella do segundo balde sobre sua buceta e virilha, e naquele momento senti um peto de chupar sua buceta enquanto ela sugava meu pau e em um movimento rido coloquei meu corpo sobre o dela e rolamos para o lado, fazendo um 69 encaixado perfeitamente. Ela soltou um gemido tido enquanto ficava por cima de mim e n parou de chupar. Minha vis naquela posio era sem didas um gatilho para uma ereo a qualquer momento, primo do meu rosto sua bunda em tons de marrom e branco se misturando, seu cuzinho ainda branco do marshmallow e sua buceta com os lios abertos e cheios de nutella contrastando como tom rosado da parte mais interna de sua bucetinha.
Ainda atito com aquela obra de arte em frente do meu rosto, n me contive e chupei seu grelo, jmesclava o sabor do seu mel de buceta com a nutella e algumas notas do marshmallow, o cheiro dessa mistura e o sabor doce e morno deixaram meu pau ainda mais pulsante. o visual dos cremes se misturando entre seu pereo me faziam linguar ainda mais seus lios e clitoris. Naquele 69 éramos uma smassa pegajosa que jnos cobria por completo. Os movimentos das minhas ms sobre sua bunda para espalhar a pasta de avelficavam cada vez mais difeis, tamanha era a quantidade, que jse misturava com o marshmallow a também a forma que grudava e unia as nossas peles.
Estamos em um nel de conex t grande que senti que ela teria outro orgasmo quando suguei seu clitis, suas pernas comeram a ficar trulas e o mel de sua buceta escorria ainda mais e se misturava as pastas doces. Ainda com minha cara na sua buceta ouvi ela falar com a voz trula: "Alex, quero muito quicar na sua piroca, mas antes quero fazer uma coisa que acho que vocvai gostar!", ela se apoiou no meu tax, recolheu os joelhos e sentou na minha cara colocando todo o peso daquela bunda grudenta sobre meu rosto, a sensao de ser sufocado por uma buceta coberta em marshmallow e nutella foi enclausurante a ponto de me retorcer de tes e quase gozar apenas com o movimento do seu quadril espalhando a mistura cremosa, aqueles eram até ent os estulos mais intensos em mim até ent, isso me colocou no papel contrioAgora eu estava privado dos meus sentidos com o peso, mas dessa vez por uma buceta doce e grudenta.
"Parece que vocgostou de sentir um pouco o que eu senti, tdoida pra gozar de novo" ela disse enquanto levantava do meu rosto me fazendo puxar o ar e sentindo o cheiro doce da nossa bagun misturado com o perfume da sua buceta. ela pediu para deixar o timo balde de nutella ao seu lado, seu rosto estava completamente marrom escuro sendo possel ver algumas expresss faciais, sendo praticamente impossel abrir os olhos enquanto a massa espessa escorria.
Naquele momento eu jestava esgotado e a Sofia ainda tinha um fogo que parecia n terminar, e para quem experimentou meu fetiche pela primeira vez era delicioso ver seu lado mais pervertido enquanto fodia. Ela agachou, guiou meu pau na direo da sua buceta e sentousenti novamente o calor molhado da penetrao até o talo do meu pau, ela quicava com for, cavalgando na minha pica enquanto seu corpo brilhava com a mistura bar das duas substcias, era uma vis do parao para mim, eu tinha que gozar contemplando aquele monumento, um corpo feminino escorrendo nutella e marshmallow quicando no meu pau enquanto gemia, fodemos por alguns minutos quando ela fez algo que me fez o homem mais feliz do mundo: "Alex, me desse balde, n esqueci dele". Enquanto quicava, ela segurou o balde com as duas m e derramou os 10kg de nutella sobre sua cabe, cobrindo totalmente seu rosto e a fazendo suspirar de tes, a massa escorria sobre seus peitos. A massa cremosa descia pelo seu corpo e aderia entre nossas virilhas enquanto ela sentava no meu pau. a grande quantidade de nutella fez com que a respirao ocorresse com mais for e ap esse suspiro senti cada musculatura de sua buceta pressionar meu pau por inteirosegurei na base dos seus peitos pegajosos enquanto a pasta escorria pelos meus bras. Suas pernas comeram a tremer de novo e os gemidos, mesmo abafados por uma massa marrom ficaram mais altos, era o sinal para coroarmos aquela expericia novamente gozando juntos.
Finalmente senti a descarga de tes, soquei fundo e gozei ao mesmo tempo que Sofia! Foi novamente um orgasmo sincronizado! pressionei sua cintura contra a minha, senti os espasmos da buceta dela enquanto eu a enchia de porra. Ela soltou um grito agudo enquanto sentia o orgasmo. O calor pulsava das camadas pastosas que escorriam pelo seu corpo enquanto ela diminu o ritmo das quicadas, o quarto cheirava mais a sexo do que os 70kg de coisas doces que usamos. "Puta merda, o que fizemos com o quarto! HAHAHAHA" gargalhou ela limpando o rosto e deixando aparente um sorriso "Vocmandou bem pra caralho Sofia! nunca achei que conseguiria realizar meus fetiches esquisitos com alguém t safada como voc
No fim, completamente esgotados, removemos o excesso da mistura do marshmallow e da nutella um do corpo do outro e seguimos para o chuveiro pelo caminho de plticos que eu jhavia preparado. No chuveiro, ela me beijou, seus olhos brilhavam no rosto ainda marrom. "Alex, isso foi o melhor sexo da minha vida. No inio eu dei uma hesitada, mas agora sde pensar em fazer outras vezes minha buceta jcome a piscar, quem sabe tentar com piscinas cheias de material pastoso diferente. Quero que vocme soterre de novo, e me foda quantas vezes quiser é claro!"
Aquela noite mudou tudo. Sofia virou minha parceira no caos, e eu mal podia esperar pelas primas sesss.
FIM.
Historia by MountainFoam